NICOLINAS || Pinheiro

Guimarães, 29 de novembro, a noite mais longa do ano.

"Este é um dia muito especial, em que regressam à terra os vimaranenses de todo o Mundo."




A JOANA || E o curso, Joana?

A pergunta que no último ano mais me fizeram foi "E o curso, Joana? Estás mesmo no fim!". E foi, também, a pergunta a que mais evitei responder.


"E o curso, Joana?"

Não sabia o que responder. Entrava em pânico e chorava compulsivamente. E evitava responder por não querer chorar. Porque, para toda a gente, só faltava um ano. Para mim, era ainda mais um ano. Em janeiro de 2019 ganhei coragem. E não, não me estou a vangloriar, mas é preciso muita coragem para fazer o que fiz. Eu só queria chorar. Eu fechava-me no quarto. Não queria desiludir ninguém. Não queria desiludir, acima de tudo, os meus pais. Mas também não queria desiludir aquele que, para mim, foi dos melhores professores do curso, o meu orientador de estágio. Não queria desiludir os meus amigos.

A juntar a isso, tinha medo que as pessoas me julgassem. E sim, sendo sincera, as pessoas julgaram. As pessoas diziam que não, mas julgavam. Eu contava-lhes a minha decisão e a resposta era sempre, ou quase sempre "A sério? Agora que estás quase a acabar? Se eu fosse os teus pais obrigava-te!". Mas não eram meus pais e não sabiam o que eu estava a passar, ok? 

Não vou mentir e dizer que não estava a gostar do estágio, porque estava. Mas não me imagino, de todo, a fazer aquilo para uma vida inteira. Foi, de longe, a melhor coisa que fiz no meu curso. Mas esta decisão de desistir devia ter sido tomada no meu primeiro ano, logo. Fui arrastando, porque "no primeiro ano quase ninguém gosta do curso", no segundo decidi que ia de ERASMUS no terceiro e no terceiro adorei porque em Madrid era tudo tão diferente. Decidi continuar no mestrado e a minha frustração era diária. Era sempre só mais um ano. Até fazer quilómetros com lágrimas nos olhos enquanto ia para o estágio e para as reuniões em Braga. 

"Joana, estás feliz?". Não estava infeliz, é certo. Tento ser uma pessoa positiva, tento ver o bom das coisas. E vejo-o aqui. Retirei muitas coisas da minha licenciatura em Ciências Psicológicas, do meu primeiro ano de mestrado e do estágio. Sei que, possivelmente, há coisas que me vão acompanhar para toda a vida. Se senti que tomei a decisão errada? Houve uma altura que pensei, sim, "e se eu não tivesse feito isso e acabasse o curso?". Pensei-o porque faz parte e nunca sabes que a decisão que tomas é a melhor ou não.

Há coisas em que não há certos nem errados e, felizmente, tive a sorte de poder falar com alguns professores que foram impecáveis comigo e aos quais vou sempre querer agradecer. Que me deixaram à vontade para estar sozinha e para chorar no gabinete deles.

Não tenham medo. A vida não é linear. Nem tem de ser. Não tens de ir para a universidade porque toda a gente vai, podes começar um novo curso depois dos 23, podes fazer o que for melhor para ti, desde que estejas bem. Acredita só em ti, e acredita que a tua saúde mental é mais importante do que estares a fazer algo que não te está a fazer feliz. Correr riscos também faz parte. 

VIAGENS || O que eu mais gosto


  • aviões
  • comboios
  • alugar carros
  • pessoas locais
  • pubs
  • experimentar nova comida
  • perder-me
  • recordações simples
  • riscar lugares no mapa
  • fotografias
  • fingir não perceber o que me dizem
  • fingir ser alguém 
  • aprender uma nova língua 

EF Londres || Estudar Inglês em Londres

EF Londres || Estudar inglês em Londres

Queres estudar inglês em Londres e não sabes como? Eu não acredito, de todo, que já passou um mês! Londres ganhou, com toda a certeza, um espacinho no meu coração!

Toda a gente sabe que eu adoro viajar, no entanto, cheguei super super nervosa, a achar que não ia aguentar dois meses aqui. Por que razão achava isso? Precisamente pelo motivo que me fez vir para cá: a língua. Não me sentia capaz de ficar aqui dois meses, mas estava cá para desenvolver o meu inglês.

Vim completamente sozinha, apenas com com algumas opiniões sobre a EF e Londres que fui lendo. Tive a maior sorte do mundo com as pessoas que me acolheram aqui!
A minha host family é, sem dúvida, a definição de suporte que esperas ter quando te aventuras numa coisa destas sozinho. Não deixam que te falte nada, são super preocupados e podes sentir-te mais do que à vontade para falares com eles. Se tiveres medo que eles não te percebam, não tenhas! Eles são as primeiras pessoas a compreender-te, mesmo que tenhas de usar o tradutor. Acredita que ficar numa host family é uma das maneiras mais fáceis de melhorar a língua que esperas desenvolver.
As pessoas são das melhores coisas que podes levar desta experiência. Acredita quando te dizem que tens uma casa no mundo. Vais conhecer imensa gente, quer em casa, quer na escola.

As aulas são muito interativas, estamos sempre a falar e, o que mais gosto, é o facto de aprendermos imenso vocabulário. Não são aulas em que estão powerpoints a passar ou o professor escreve no quadro, não. Temos livros e vamos fazendo exercícios e conversando muito.

Se quiserem saber mais sobre a EF podem falar comigo e podem pedir a vossa revista digital gratuita aqui!

VIAGENS || O que me apaixona



Provavelmente este é um dos maiores desafios que a momondo me deu. O que me apaixona a viajar? Tudo. O que me apaixona é mesmo poder conhecer cada cantinho, os mais turísticos e os menos.

Pegar num carro e poder fazer um roadtrip por aí, tentar perceber como vive uma pessoa de lá. Gosto de visitar museus e entrar em igrejas. Mas também gosto de me perder pelas ruas e descobrir pormenores nos passeios e desenhos nas paredes. Adoro comprar postais e poder recordar mais tarde todas as ruas que pisei. 

O que me apaixona numa viagem é poder ver as nuvens do avião e imaginar o algodão doce mais doce que existe e saber que estou prestes a viver uma aventura nova. Gosto de entrar nos hotéis e investigar todas as salas e provar pequenos almoços diferentes. 

Gosto de tirar fotografias e levar recordações para quem gosto. Provar novos sabores e conhecer novas pessoas. Gosto de partilhar os sítios por onde passei e gosto de perceber expressões dos locais. Gosto de me sentir em casa.

Publicação escrita em parceria com a momondo.

VIAGENS || Onde os filmes me levaram

Demorei dias a pensar sobre o que escrever, mesmo sabendo o que me esperava. Se a Áustria me fascinou pelos cenários da Música no Coração, foi na Disneyland Paris que descobri toda a minha infância.


A verdade é que sempre adorei a magia da Disney, todas as personagens, todas as histórias. Sabia algumas falas de trás para a frente. Quem não quer conhecer mais das histórias da sua infância? Voas no céu de Londres como o Peter pan, entrar no castelo da Bela Adormecida, voar com o Dumbo, navegar no meio dos piratas e até andar nas correntes do pacífico com o Nemo! E, mais incrível que tudo, poder conhecer o herói da nossa infância, o Mickey!

Cresci, e continuo com o sonho de pisar todos os parques do mundo!

Publicação escrita em parceria com a momondo.

VIAGENS || Parque del Retiro


Madrid é, sem dúvida, uma cidade casa. Madrid foi casa no pico no inverno, no outono e no verão. Madrid foi casa com 43º e com -3º também. Nem sei o que significa cidade casa muito bem, mas é um lugar onde posso voltar sempre e onde sei que sou bem recebida. Um lugar onde posso tirar o meu tempo para mim, só para mim, e onde posso estar com as pessoas de quem gosto.

FOTOGRAFIA || Piiics


No outro dia andava a fazer scroll no Instagram, quando me deparei com a PiiicsApp. Já há algum tempo que procurava um site mais barato para imprimir fotografias.

A PiiicsApp permite-vos imprimir 50 fotografias por mês, onde só pagam os portes. Podem escolher o formato das fotografias, quadrado ou retangular (até 10 x 15 cm), ou imprimir uma mistura das duas. É possível editar as fotografias na própria aplicação. Podem imprimir fotografias maiores, mas pagam um extra por isso.

Por mês, têm ainda direito a um fotolivro. Não experimentei (ainda), mas parece-me algo do género de uma revista.

Se quiseres experimentar usem o meu código: 37BAQMC .

VIAGENS || Alma de viajante

Viajar é, sem dúvida, das coisas que mais feliz me faz. E a verdade é que não sei como é que surgiu este gosto. Talvez seja verdade aquela teoria que diz que existe o gene das viagens, é provável. Habituei-me, desde pequena, a ir com os meus pais para todo o lado. Possivelmente esse foi o primeiro clique para a alma de viajante.


Sou de Guimarães, vivo numa cidade cheia de história. No entanto, acredito que ter ido de ERASMUS me fez perceber o quão era importante para mim sair do meu lugar e o quão bem isso me fazia. Percebi que existe um monte de coisas à nossa espera, desde experiências, a pessoas, a ímans e pins.

Ninguém te conhece. Ninguém precisa de te dizer o que fazer. Podes ser tu. Podes fingir que és outra pessoa. Não há nada melhor que andar, por aí, conhecer o mundo e, todos os dias, valorizar-te um bocadinho mais.

Fazer ERASMUS trouxe-me isso. 20 anos, sozinha numa cidade não totalmente nova. Foi aí que me apercebi que viajar era mais do que ir passar uns dias num local que não aquele a que chamamos casa. Passei a ter uma casa no mundo. Passei a apreciar ainda mais cada detalhe que via na rua. Passei a gostar de passear, só, pelas ruas, a comer, a visitar, a estar, tal como um local.

Quando me apercebi disto, passei a querer conhecer muitos mais lugares do mundo.

Publicação escrita em parceria com a momondo.

VIAGENS || Hotel Room 007 Select Sol

Este foi o hotel escolhido na minha última visita a Madrid. Não é fácil arranjar hotéis baratos em Madrid perto do centro - mas hostels há imensos, não se preocupem -. Deixamos a escolha do hotel muito para cima, o que dificultou a procura, mas consegui, através da Momondo, arranjar uma promoção no Room 007 Select Sol.



Sem dúvida, a localização é o ponto mais forte deste hotel. A 2 minutos do Sol, a 1 minuto da Ópera. Os quartos não são muito grandes, têm uma cama e uma casa de banho. O suficiente para dormir quando vamos de férias. A decoração é muito bonita e muito clean. É possível fazer o check in numa máquina, sem precisar da ajuda de ninguém.

Pontos negativos? O pequeno almoço. Não é no hotel, é num café em frente e tem um custo de 3,5€, pago no momento. Experimentei uma vez e, por aquele preço, preferi experimentar outras coisas naquela zona. Nos 3,5€ está incluído uma tosta com doce e chá ou leite com café, acho eu. Outro ponto negativo é o facto de não haver cofre nem frigorífico - o que dá imenso jeito se vão a Madrid no Verão -.

EF || Queres saber mais?


Já conhecem a Education First?

A EF é uma empresa que te permite aprender línguas no estrangeiro. Se estudar no estrangeiro é o teu sonho, então não esperes mais e pede já a tua revista aqui. Através desta revista podes ficar a saber todos os teus destinos e línguas possíveis!
Podem fazer cursos em diversas cidades, com a duração mínima de duas semanas, e em diferentes níveis.

Se queres saber mais entra em contacto comigo :)

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SÉRIES || La Casa De Papel


A verdade é que não sou de séries, mas esta chamou-me a atenção. Se quiserem, começamos numa das coisas que mais gosto, é em espanhol e passada em Madrid.

A Nairobi, é a motivação, é um motor que não pára! O Berlim, atrevo-me a dizer que é a minha personagem preferida, mesmo com os mil e quinhentos defeitos que conseguem encontrar nele, a capacidade de persuasão, de empatia, de fazer teatro, supera. O Moscovo, a quem, carinhosamente, apelidei de papá. O enredo consegue captar a tua atenção e, quando dás por ti, estás dentro da série, a torcer pelos assaltantes - deveria ser ao contrário, não? -. O que se passa nesta série é que os supostos vilões, nem sempre o são. São a verdadeira definição de ser humano, talvez. As nossas impressões sobre as personagens vão-se alterando, mas depois voltam à nossa primeira expectativa, e depois afinal não. E nunca sabes o que esperar mais. Acho que as personagens estão tão bem construídas que, rapidamente, consegues criar empatia com todas.  Os flashbacks fazem a história ainda mais real e garantem a perceção de tudo. Gosto quando não há uma narrativa sequencial, acho que isso acaba por ser demasiado "ok, então a seguir é isto que vai acontecer" e, assim, nunca sabes o que esperar. A realidade é que dás por ti completamente envolvido - eu dei por mim a cantar fado e a dançar quando elas estão no quarto -, com vontade de ligar à polícia e dizer "parem, eles são bons e já vão sair". Como é que alguém é capaz de planear cada passo desta maneira? Um grupo tão diferente, com pessoas tão distintas, e um trabalho tão bem feito.

Bom elenco, boa banda sonora, boa fotografia, bom enredo. Querem melhor desculpa para verem uma série?

Quem, como eu, está ansioso pela 3ª temporada?

MOMONDO || The World Piece


61 pessoas. Países diferentes. Tatuagens. Uma só tatuagem. União pela tolerância.

Apesar das diferenças, há experiências que nos aproximam. "Uma das melhores formas de nos ligarmos a outras pessoas é a viajar". E The World Piece quer, assim, inspirar as pessoas a viajar, criar ligações com outras pessoas e mostrar que muito que nos une a todos.

“A nossa missão na Momondo é abrir o mundo e a nossa iniciativa mais recente reitera isso. Viajar é uma forma de cultivar uma mente aberta, dando-nos uma perspetiva diferente não só de outros países e culturas, mas também de nós próprios, do nosso país e da nossa cultura” Per Christiansen

Podem ver o vídeo aqui.

Publicação escrita em parceria com a momondo.